Introdução:

O número excessivo de imagens com que somos confrontados no espaço público tem gerado uma progressiva insensibilidade às mesmas.

Talvez a forma mais comum de abordar este problema, e imagino que seja também a grande dor de cabeça de muitas pessoas, é: como criar imagens que chamem a atenção?

Neste caso, a minha intenção é outra, pretendo justamente usar a informação que supostamente ninguém lê, ou já nem se dão ao trabalho de ler por tomá-la como um dado adquirido e subvertê-la.

Interesse/objectivos:

Entender a resistência e a visibilidade destas informações subvertidas.

Universo em Estudo:

FBAUP

Método:

Substituir alguns cartazes informativos, ou sinaléticas, por réplicas que mantenham sempre que possível a máxima fidelidade relativamente ao grafismo, mas introduzindo-lhes ligeiras descontextualizações no conteúdo. Por exemplo, alterar as folhas afixadas à porta do gabinete de Erasmus, etc.

As alterações serão sobretudo na linguagem, introduzindo propositadamente erros ortográficos, trocadilhos, etc. Nada de muito profundo, se possível apelar ao sentido de humor.

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